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Causa do enjôo de viagem

A maioria das pessoas já sofreu de enjoo de viagem alguma vez na vida. Milhões passam por isso regularmente. Os cientistas acreditam agora que entendem a causa dessa náusea típica. O problema está no cérebro, onde as informações transmitidas pelos olhos não correspondem às informações captadas pelo ouvido interno. Por exemplo, o ouvido interno detecta o movimento do corpo dentro de um barco que se balança, enquanto os olhos veem um cenário estável à medida que o corpo acompanha o deslocamento do barco. As mensagens contraditórias recebidas pelo cérebro provocam a liberação de hormônios relacionados com o estresse e um aumento na quantidade de pulsações elétricas nos músculos estomacais, e isso termina causando náusea e vômito. Entre as maneiras de evitar o enjoo de viagem, recomenda-se tomar uma refeição pequena, amilácea e de baixo teor de gordura antes de viajar; olhar para as curvas em estradas sinuosas, se estiver num carro ou para o horizonte se estiver num barco, para que os olhos o que o ouvido interno sente; reduzir ao mínimo os movimentos da cabeça e do corpo; e manter a mente ocupada com outros pensamentos.

A mais antiga universidade do mundo?

Uma equipe de arqueólogos poloneses e egípcios fez escavação no local da antiga universidade de Alexandria, no Egito. Segundo o jornal Los Angeles Times eles encontraram três salas de conferências— todas de tamanho igual – onde ao todo caberiam 5.000 estudantes. Essas salas, diz o jornal, “tem bancos, em degraus, enfileirados ao longo das paredes das salas, unindo-se às vezes em forma de U”.

No centro há um assento elevado, provavelmente para o conferencista. “È a primeira vez que um complexo de salões de conferências foi descoberto em qualquer local grego-romano em toda a área mediterrânea”, diz o arqueólogo Zahi Hawass, presidente do Conselho Supremo de Antiguidades do Egito. Hawass define-o como “talvez a mais antiga universidade do mundo”

Crianças amigáveis são mais populares

 

“Usar jeans de griffe e possuir equipamentos de última geração não é garantia de ser bem aceito entre os colegas. Ser amigável conta muito mais para a criança do que a sua posição social”, disse a revista alemã Psychologie Heute. Judith Schrenk e Christine Gürtler, em Berlim, Alemanha, acompanharam 234 crianças da terceira e da quinta série de dez escolas do ensino fundamental. Concluíram que as crianças mais influentes eram as que queriam melhorar o seu relacionamento com as outras e eram amigáveis e acessíveis. As que batiam nos colega ou que riam deles eram menos influentes. “Até mesmo ser atraente ou ter uma boa mesada não conta muito com os colegas de escola”, segundo a reportagem.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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