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Carnaval – A Festa da Carne

Carnaval – A festa da carne

 

Assistimos pasmados a inversão galopante dos valores morais confundindo as coisas, tornando difícil para muitos, distinguir o certo do errado, o normal do anormal, o lícito do ilícito, a verdade da mentira, o moral do imoral.

Isto faz lembrar uma situação similar, moralmente caótica em que a nação de Israel se encontrava no sétimo século A. C., nos dias do profeta Isaías, quando este esbravejou repugnado: “Ai, dos que dizem que o bom é mau e o que é mau é bom, os que põem a escuridão por luz e a luz por escuridão, os que colocam o amargo pelo doce e doce pelo amargo” – Isaías 5:20.

Assistimos hoje a vulgarização de composições musicais sacras, hinos de Igreja invocando a presença de Deus e dos santos anjos cantados por grupos de “cristãos” que lucram com isso, sob o pretexto de evangelizar, inclusive em desfiles carnavalescos, na tradicional  e antiga  festa da carne tão popular na cristandade e que reflete a degradação moral, tal como sempre foi: uma festa legalizada pela Igreja católica, desde o quarto século, de conduta desenfreada de orgias, todo o tipo de libertinagem, imoralidade e devassidão. Tudo tendo a ver com a origem dessa festa cuja designação “carnaval”, do latim, significa festa da carne.

Segundo informou Dom Pedro Fedalto, quando foi arcebispo metropolitano de Curitiba, PR, no jornal “Gazeta do Povo”: “ O carnaval era praticado na remota antiguidade no Egito, Grécia, e Roma, em honra ao deus Ísis ao deus boi Ápis com bacanais, saturnais e lupercais”.

Muitos talvez não entendem o que isto significa, porém, utilizando a definição dum bom  dicionário entenderemos melhor esse assunto e o que está oculto por trás d sua origem:

 –Ísis: Foi um componente da tríade egípcia;

- -Ápis: Era um boi sagrado adorado como deus no antigo Egito e Roma;

–BACANAIS : É definido como orgias sexuais; festim dissoluto em honra ao deus greco/romano Bacon;

–BACANTE: Mulher dissoluta, prostituta do templo, sacerdotiza do deus baco—as mulheres “cristãs” carnavalescas de hoje desnudas e sensuais com apelo ao sexo, são resquícios dessa antiga sacerdotiza dissoluta;

–SATURNAIS: Vem de Saturno, divindade itálica dos antigos romanos, idêntico ao deus cronos dos  gregos. Era considerado como um antepassado dos reis do Lácio, um antigo povo do qual procede o idioma latino, ou latim. Seu templo abrigava-se no forum romano, do qual subsistem ainda 8 colunas. As saturnais eram a principal manifestação de seu culto através das festas ou festins de libertinagens com orgias e devassidão sexual degradantes, em honra ao deus saturno;

–LUPERCAIS: Eram festas anuais desregradas que os romanos celebravam em honra ao deus grego Pã.

Portanto, a origem dessa festa é religiosa, pagã e demoníaca. Por essa razão os cristãos primitivos evitavam participar desse tipo de festas devassas e dissolutas, pois, consideravam-nas um atentado ao  e agressão à decência  e aos bons costumes; um sacrilégio às coisas sagradas. Entretanto, a partir do quarto século, entretanto, a partir do quarto século, a Igreja por interesse na multidão de pagãos “convertidos”, cujos costumes não conseguiu desarraigá-los adotou tais costumes pagãos degradantes e os cristanizou.

Assim sendo, hoje, com o consentimento e participação de lideres religiosos influentes, para agradar a maioria dos seus fiéis, conforme divulgado na imprensa, realizam também o seu Carnaval chamando isso de “Carnaval de Cristo”, “Carnaval de Jesus”, “Carnaval do Senhor”.

As opiniões divergem, uns achando que não tem nada a ver, nada demais, tudo é alegria. Outros no entanto acham o contrário, como é o caso, por exemplo, da Sra. Elizabeth de Almeida, católica, contrariada pelo que assistiu, indignada escreveu para o jornal “ A Gazeta do Povo” de Curitiba PR:

“Será que alguém consegue estudar, aprender, praticar e difundir o Evangelho de Cristo  metido na folia da carne– que é o Carnaval? Gostaria de conhecer alguma pessoa que haja assimilado a palavra do Senhor ao som de cuicas, pandeiros, reco-recos, tamborins e músicas profanas diante do remelexo de cabrochas, mulatas e loiras semidespidas que são um convite ao sexo? O padre Rossi e seus seguidores alegam que esse carnaval, que eles chamam de “Carnaval dos desgarrados”, é o “Carnaval de Cristo”, será?” Pergunta essa senhora.

Assim, o espirito das antigas saturnais romanas sobreviveu camuflado sobre a máscara de ‘cristã’, tolerado pela Igreja que perdoa na quarta feira de cinza, os mesmos pecados imorais cometidos todos os anos pelos seus fiéis foliões.

                                                   Nivo Walz



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